Um vendedor de seguros não é um mediador de seguros, é só um vendedor
À semelhança de muitos outros setores, o seguro está cada vez mais banalizado, cada vez mais industrializado. Daí a importância de refletir sobre o que pode fazer o mediador.
Pode uma seguradora pressionar um mediador para vender um determinado produto, independentemente da sua mais-valia para o cliente? Deve um banco forçar aos seus clientes produtos de seguros quando estes são comercializados por outras empresas? E como devem os mediadores lidar com esta pressão e com um mercado que parece cada vez mais industrializado?
Estas foram algumas das questões que mais discutimos na “APROSE aberta”. Uma iniciativa que decorreu em Leiria, juntando mais de sessenta mediadores, e que percorrerá todo o país nas próximas semanas. E são questões muitíssimo importantes. Para os profissionais do setor, mas sobretudo para os milhões de portugueses que precisam de poder confiar nos seguros que contratam.