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Corvaceira Gomes
21-12-2018

OS SEGUROS DO FUTURO SERÃO MAIS SIMPLES E PARTIRÃO DE EXPERIÊNCIAS

As obrigações resultantes da diretiva da Distribuição não significam apenas mais literacia e transparência, mas também uma nova abordagem à indústria. Esta será mais simples e terá por base necessidades geradas por experiências

CORVACEIRA GOMES, Diretor executivo da APROSE

1 - A TRANSPOSIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETIVA DA DISTRIBUIÇÃO ESTÁ ATRASADA EM PORTUGAL. AS EMPRESAS DE SEGUROS ESTÃO PREPARADAS PARA AS ALTERAÇÕES, NOMEADAMENTE NO RELACIONAMENTO SEGURADORES / BROKERS / MEDIADORES?

Convém realçar que Portugal adotou uma atitude maximalista aquando da transposição da anterior diretiva da Mediação de Seguros, sendo que a diretiva em processo de transposição deixa praticamente inalteradas as condições de acesso à atividade e tão-somente reforça os requisitos e regras de exercício da mesma atividade, muitos dos quais os associados da APROSE já seguem e respeitam no seu dia a dia, designadamente na adequação e caráter apropriado dos produtos aconselhados às reais necessidades dos clientes e de acordo com os seus melhores interesses, pelo que estamos em crer que não terão grandes dificuldades na adaptação ao novo quadro legal.

2 - O QUE É EXPECTÁVEL ACONTECER NO SETOR COM O SURGIMENTO DAS GRANDES PLATAFORMAS MUNDIAIS DE DISTRIBUIÇÃO, TIPO AMAZON?

Na nossa opinião os seguros serão sempre uma atividade de pessoas para pessoas, sem embargo de também entendermos que, especialmente nos riscos massificados, existirá, como sempre houve, alguma tendência para a “despersonalização”e “desumanização” na transferência dos riscos, cujos canais de distribuição, como é sabido, não lograram sucesso assinalável até à data. As plataformas eletrónicas referidas, mais do que uma ameaça, constituem um enorme desafio que importará monitorizar adequadamente, sendo que, apesar do potencial que encerram no processo de venda, tendencialmente em regime de mera execução e sem aconselhamento efetivo, eficiente e apropriado, também entendemos que no pós-venda apresentam, de igual modo, um enorme potencial de perda de competitividade e de baixa fidelização e retenção em relação aos agentes e corretores de seguros representados pela APROSE.

JE – Mais Seguro 21/12/2018


 


 

 
 
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